Como se reconhece
Os erros mais frequentes foram tratados na origem. A qualidade melhorou. E ainda assim, quando cai, quem avisa é a operadora, a ANS ou o Ministério da Saúde.
Por que isso importa
Qualidade de dado não é estado, é rotina. Troca de sistema, entrada de profissional novo, mudança na terminologia e alteração de versão do padrão reintroduzem erro sem aviso.
A versão do Padrão TISS muda com regularidade. A ANS publicou versão com vigência a partir da competência janeiro de 2026 pelo Ofício-Circular 1/2026, e a versão publicada em maio de 2026 foi atualizada em julho de 2026, com numeração própria por componente (ANS, 2026). Cada mudança dessas é uma oportunidade de erro novo em processo que já estava estável.
O passo
Transforme a conferência do nível 1 em rotina mensal, na mesma semana de cada mês, com uma pessoa nomeada e um registro simples do resultado.
Defina antes qual é o limite aceitável. Quando o número cruzar o limite, alguém é avisado.
Tamanho do passo. Meio dia por mês, em regime.
O que existe ao concluir
Uma série histórica. A organização passa a comparar a competência atual com as anteriores e enxerga a queda antes de quem recebe o dado.
O que vem depois
Daqui em diante o trabalho é de manutenção: acompanhar mudanças de versão pelo radar regulatório e refazer a medição a cada alteração relevante de sistema ou de norma.